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Tour dos Descobrimentos

Tour dos Descobrimentos

 

Duração até 2 Horas / 50 Euros / Até 4 Pessoas por viatura
Horário das 9.00 às 18.00

O fascínio dos descobrimentos portugueses a conhecer a partir de dois dos mais emblemáticos monumentos da cidade de Lisboa: o Padrão dos Descobrimentos e o Mosteiro dos Jerónimos.

Tempo ainda para provar a especialidade portuguesa mais conhecida e apreciada no mundo inteiro: os pastéis de Belém.

Bilhetes opcionais:

Casa dos Bicos – 3,00€*

Arco da Rua Augusta – 2,50€*

Mosteiros dos Jerónimos – 10,00€*

Torre de Belém – 6,00€*

Mosteiro dos Jerónimos + Torre de Belém – 12,00€*

Padrão dos Descobrimentos – 3,00€*

Museu de marinha – 6,00€*

*Bilhetes não incluídos e sujeitos a alteração por parte das entidades responsáveis.
Casa dos Bicos

Esta casa mandada construir em 1523 por D. Brás de Albuquerque, é um dos ex-libris de Lisboa. Os “bicos” inspiram-se nas construções italianas da época que tentavam imitar diamantes. A casa alberga actualmente a Sede da Fundação José Saramago.

Praça do Comércio

A Praça do Comércio, também conhecida por Terreiro do Paço por nela se ter albergado o Palácio Real da Ribeira até ao terramoto de 1755, assemelha-se hoje a uma das grandes praças europeias, cheia de esplanadas, mas mantendo o seu charme muito peculiar. Mesmo à beira rio, esta praça foi o centro nevrálgico do comércio, alojando nos edifícios que a rodeiam, ainda hoje, um sem número de ministérios e serviços ligados às alfândegas.

Pode ainda visitar-se o interior e cobertura do Arco da Rua Augusta, que demorou mais de um século a ser construído: começou a ser pensado em 1759 mas só foi concluído em 1875.

Mosteiro dos Jerónimos

Em 1501, teve início a construção deste mosteiro, que constitui o exemplar mais característico do estilo Manuelino. D. Manuel I mandou edificá-lo para reunir num único panteão os membros da sua dinastia, celebrar a sua devoção a Nossa Senhora e comemorar a chegada de Vasco da Gama à Índia. A construção em calcário de lioz é tão sólida que apenas algumas partes pouco significativas foram destruídas pelo terramoto e logo mandadas reconstruir.

D. Manuel mandou instalar no mosteiro a Ordem de S. Jerónimo que dava assistência aos mareantes em trânsito. Os Jerónimos eram uma ordem contemplativa, com um pendor fortemente humanista e um elevado grau de cultura, tendo permanecido ali durante quase 4 séculos, até à sua extinção em 1833.

Para além da beleza arquitectónica da construção, vale a pena admirar o grandioso sacrário de prata, oferecido pelo rei D. Afonso VI e seu irmão D. Pedro em 1675 para pagar a promessa por eles feita para o sucesso da batalha de Montes Claros em 1665, pondo fim à Guerra da Restauração e os túmulos trabalhados de Vasco da Gama e Luís de Camões.

Museu da Marinha

Interessante museu que reúne um espólio diversificado de peças, publicações, artigos e objectos cujo denominador comum é a sua ligação ao mar. O acervo deste museu começou a ser reunido por iniciativa do rei D. Luís I em 1863, mas apenas em 1962 acabou por ser instalado nas alas poente e norte do Mosteiro dos Jerónimos.

Torre de Belém

O verdadeiro nome deste imponente monumento militar é desconhecido de muitos. Trata-se da Torre de S. Vicente de Belém, construída em homenagem ao santo patrono da cidade de Lisboa e cuja figura se pode observar num dos nichos da face norte (sendo a outra imagem de São Miguel).

A sua principal missão era completar a linha defensiva da entrada na barra composta na altura por 3 pontos: o baluarte de Cascais, a fortaleza de S. Sebastião da Caparica, do outro lado do rio, e uma estrutura de madeira denominada Grande Nau colocada no local onde viria a ser erigida a Torre.

Mas mais do que uma obra militar esta torre pretende ser um símbolo do poder de D. Manuel, que a mandou edificar já no final do seu reinado (entre 1515 e 1519) e constitui uma verdadeira obra-prima da arquitectura e marco histórico da epopeia marítima portuguesa. Os motivos decorativos são os próprios do Manuelino: elegantes nós, esferas armilares, cruzes da Ordem Militar de Cristo e elementos naturalistas, salientando-se a imagem do primeiro rinoceronte em pedra que se conhece em toda a Europa e a imagem de N. Senhora de Belém na fachada virada para o rio.

Padrão dos Descobrimentos

Em 1940, por ocasião da Exposição do Mundo Português, importante evento da época da ditadura que procurava enaltecer as qualidades do povo português, foi erigido o primeiro modelo deste padrão com uma leve estrutura de ferro, cimento e gesso.

Vinte anos mais tarde, em 1960, por altura das comemorações dos 500 anos da morte do Infante D. Henrique a estrutura foi reerguida em materiais mais sólidos, desta feita betão e cantaria de pedra rosal de Leiria, sendo as esculturas em cantaria de calcário de Sintra.

Digna de nota é ainda a rosa-dos-ventos à entrada do monumento. Com 14 metros de largura executada em calcário de liós vermelho e negro e envolvida pela tradicional calçada portuguesa, mostra os locais descobertos pela expansão portuguesa nos séculos XV e XVI.

figura central, 9 metros – Infante D. Henrique

figuras laterais, 7 metros – 32 personagens entre navegadores, cartógrafos, guerreiros, colonizadores, evangelizadores, cronistas e artistas

Altura total 56 metros

 

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