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Descrição

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Sunset by The Atlantic and Dinner

Sunset by The Atlantic and Dinner

 

Duração até 4 Horas / 100 Euros / Até 4 Pessoas por viatura

Horário das 19 às 23 horas

Jantar não incluído (preços por consulta)

Após visitar o mais importantes monumentos da cidade de Lisboa, localizados em Belém, atravesse a emblemática Ponte 25 de Abril rumo ao mais belo pôr-do-sol que jamais viu, sobre as águas do Atlântico, seguido de um jantar em ambiente descontraído.

Uma experiência inesquecível!

Bilhetes opcionais:

Mosteiros dos Jerónimos – 10,00€

Torre de Belém – 6,00€

Mosteiro dos Jerónimos + Torre de Belém – 12,00€

Padrão dos Descobrimentos – 3,00€

Praça do Comércio

A Praça do Comércio, também conhecida por Terreiro do Paço por nela se ter albergado o Palácio Real da Ribeira até ao terramoto de 1755, assemelha-se hoje a uma das grandes praças europeias, cheia de esplanadas, mas mantendo o seu charme muito peculiar. Mesmo à beira rio, esta praça foi o centro nevrálgico do comércio, alojando nos edifícios que a rodeiam, ainda hoje, um sem número de ministérios e serviços ligados às alfândegas.

Pode ainda visitar-se o interior e cobertura do Arco da Rua Augusta, que demorou mais de um século a ser construído: começou a ser pensado em 1759 mas só foi concluído em 1875.

Pastéis de Belém

A especialidade portuguesa mais conhecida e apreciada no mundo inteiro: os pastéis de Belém.

Mosteiro dos Jerónimos

Em 1501, teve início a construção deste mosteiro, que constitui o exemplar mais característico do estilo Manuelino. D. Manuel I mandou edificá-lo para reunir num único panteão os membros da sua dinastia, celebrar a sua devoção a Nossa Senhora e comemorar a chegada de Vasco da Gama à Índia. A construção em calcário de lioz é tão sólida que apenas algumas partes pouco significativas foram destruídas pelo terramoto e logo mandadas reconstruir.

D. Manuel mandou instalar no mosteiro a Ordem de S. Jerónimo que dava assistência aos mareantes em trânsito. Os Jerónimos eram uma ordem contemplativa, com um pendor fortemente humanista e um elevado grau de cultura, tendo permanecido ali durante quase 4 séculos, até à sua extinção em 1833.

Para além da beleza arquitectónica da construção, vale a pena admirar o grandioso sacrário de prata, oferecido pelo rei D. Afonso VI e seu irmão D. Pedro em 1675 para pagar a promessa por eles feita para o sucesso da batalha de Montes Claros em 1665, pondo fim à Guerra da Restauração e os túmulos trabalhados de Vasco da Gama e Luís de Camões.

Torre de Belém

O verdadeiro nome deste imponente monumento militar é desconhecido de muitos. Trata-se da Torre de S. Vicente de Belém, construída em homenagem ao santo patrono da cidade de Lisboa e cuja figura se pode observar num dos nichos da face norte (sendo a outra imagem de São Miguel).

A sua principal missão era completar a linha defensiva da entrada na barra composta na altura por 3 pontos: o baluarte de Cascais, a fortaleza de S. Sebastião da Caparica, do outro lado do rio, e uma estrutura de madeira denominada Grande Nau colocada no local onde viria a ser erigida a Torre.

Mas mais do que uma obra militar esta torre pretende ser um símbolo do poder de D. Manuel, que a mandou edificar já no final do seu reinado (entre 1515 e 1519) e constitui uma verdadeira obra-prima da arquitectura e marco histórico da epopeia marítima portuguesa. Os motivos decorativos são os próprios do Manuelino: elegantes nós, esferas armilares, cruzes da Ordem Militar de Cristo e elementos naturalistas, salientando-se a imagem do primeiro rinoceronte em pedra que se conhece em toda a Europa e a imagem de N. Senhora de Belém na fachada virada para o rio.

Padrão dos Descobrimentos

Em 1940, por ocasião da Exposição do Mundo Português, importante evento da época da ditadura que procurava enaltecer as qualidades do povo português, foi erigido o primeiro modelo deste padrão com uma leve estrutura de ferro, cimento e gesso.

Vinte anos mais tarde, em 1960, por altura das comemorações dos 500 anos da morte do Infante D. Henrique a estrutura foi reerguida em materiais mais sólidos, desta feita betão e cantaria de pedra rosal de Leiria, sendo as esculturas em cantaria de calcário de Sintra.

Digna de nota é ainda a rosa-dos-ventos à entrada do monumento. Com 14 metros de largura executada em calcário de liós vermelho e negro e envolvida pela tradicional calçada portuguesa, mostra os locais descobertos pela expansão portuguesa nos séculos XV e XVI.

figura central, 9 metros – Infante D. Henrique

figuras laterais, 7 metros – 32 personagens entre navegadores, cartógrafos, guerreiros, colonizadores, evangelizadores, cronistas e artistas

Altura total 56 metros

Santuário de Cristo Rei

A ideia de construir uma estátua dedicada ao Sagrado Coração de Jesus surgiu em 1934, após uma visita do Cardeal Cerejeira, Patriarca de Lisboa, ao Brasil.

No entanto, devido às dificuldades decorrentes da segunda guerra mundial, a primeira pedra do Santuário só viria a ser lançada no dia 18 de Dezembro de 1949, após uma angariação de fundos por todo o território nacional onde se destaca a participação de crianças, através de renúncias promovidas em todas as paróquias.

O monumento só foi inaugurado passados quase 10 anos, em 17 de Maio de 1959.

Miradouro dos Capuchos – Costa da Caparica

Localizado em Santo António da Caparica, o Miradouro dos Capuchos oferece uma vista privilegiada sobre a Costa da Caparica, Lisboa, Serra de Sintra, o Cabo Espichel, a Torre de São Julião, o Bugio e a Baía de Cascais.

Jantar na Costa da Caparica (Barbas)

Bem perto de Lisboa, a cidade da Costa de Caparica conta actualmente com cerca de 13.500 habitantes e é conhecida pelas suas praias, que têm sido mantidas através da criação de pontões e reposição de areia nas praias junto à foz do rio Tejo.

“O Barbas” é um dos restaurantes mais conhecidos da Costa de Caparica a bem servir desde 1979, oferecendo uma ementa especialmente assente nos produtos do mar, como caldeirada, arroz de marisco e peixes grelhados, mas oferecendo também pratos de carne de grande qualidade.

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